8 de jan de 2011

Devaneando

Sentia novamente aquela dor. A de sempre - tão conhecida - ocupar novamente o seu vazio. A mesma dor que tem sido sua companheira há dois anos... A dor de não ter ninguém além de si mesma.
Sentia na boca um gosto amargo de tanto segurar a vontade de chorar.
E no peito, a dor, e o vazio, onde um dia houvera um coração.

Um comentário:

Sir Vi disse...

A dor e o vazio são interessantes ingredientes para o surgimento do novo. São o fim e o início de uma nova gênese.

Beijos, linda!

Carpe diem!