Sempre amei a todos dando-lhes a maior liberdade possível. Claro que isso é porque odeio ciúmes infantis e coisas do gênero. Mas também sou obrigada a admitir que era uma espécie de maneira de afastar qualquer possibilidade de contato muito próximo.
De certa forma, sempre foi uma maneira de manter uma espécie de zona segura, para não sofrer muito em casos de separações repentinas.
O problema é quando sentimos que essa zona segura tem atrapalhado, e aparece a vontade de ficar completamente desprotegida emocionalmente.
Tenho sentido vontade de abrir o coração como quem abre uma caixa de Pandora, e deixá-lo aberto, pelo menos até que outra decepção o feche novamente.
Sinto que é chegada a hora de deixar o sentimento arder em brasa, e queimar tudo até a ultima ponta. Mas... com quem mesmo? Pequeno e importantíssimo detalhe...
Enquanto isso, o jeito é continuar mantendo a zona segura... Com uma grande abertura para, quem sabe um dia, sentir algo bom por alguém.
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Ouvindo:
Regina Spektor - Fidelity
23 de fev. de 2010
14 de fev. de 2010
Divagando
Interessante como alguns meses sem namorado e com muuuita bebida podem nos fazer realmente bem.
Mais interessante ainda, é que mesmo sabendo que no fim tudo dá errado, ainda sentir falta de alguem pra chamar de namorado. Sabe, aquilo de poder ficar abraçado com alguem por um bom tempo, sem ter nada pra fazer nem ter pessa pra acabar, de comprar um sorvete no parque só pra poder lambuzar a outra pessoa quando está distraído... Enfim, divago.
Apesar de não ser uma sensação nada agradável quando descobrimos que a pessoa que um dia chamamos de namorado tenha uma idéia totalmente distorcida do que realmente somos. E novamente divago.
Em tudo isso, a parte mais estranha é que continuamos sentindo falta de alguem pra abraçar.
Dedicado à garrafa de Martini, que me acompanha neste exato momento.
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Mais interessante ainda, é que mesmo sabendo que no fim tudo dá errado, ainda sentir falta de alguem pra chamar de namorado. Sabe, aquilo de poder ficar abraçado com alguem por um bom tempo, sem ter nada pra fazer nem ter pessa pra acabar, de comprar um sorvete no parque só pra poder lambuzar a outra pessoa quando está distraído... Enfim, divago.
Apesar de não ser uma sensação nada agradável quando descobrimos que a pessoa que um dia chamamos de namorado tenha uma idéia totalmente distorcida do que realmente somos. E novamente divago.
Em tudo isso, a parte mais estranha é que continuamos sentindo falta de alguem pra abraçar.
Dedicado à garrafa de Martini, que me acompanha neste exato momento.
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6 AM, Christmas morning
No shadows
No reflections here
Lie cheek to cheek in your cold embrace.
It started so tragic as a slaughterhouse
She pressed the knife against your heart
And say that 'I love you' so much you must kill me now.
I love you so much you must kill me now...
5 de jan. de 2010
Sobre como tudo pode melhorar de repente
Posso dizer que hoje escreveria algo, se não estivesse com a alma tão leve.
Escreveria se as palavras não teimassem em saírem voando como borboletas, e terminassem todas em sorriso.
Escreveria se cada pensamento meu não terminasse em apenas uma pessoa.
Diria provavelmente que em momentos como esse, é preciso segurar a alma, para que não saia voando pra onde se deseja estar.
E que a saudade é triste, mas cada momento de que me lembro a torna quase felicidade.
Diria, tambem, que não sei como ainda me seguro para não sair correndo em sua direção, como uma criança quando vê alguem querido.
Diria, finalmente que não paro de contar as horas pra que poss vê-lo novamente...
E agradeceria, por me devolver a vontade de escrever.
Escreveria se as palavras não teimassem em saírem voando como borboletas, e terminassem todas em sorriso.
Escreveria se cada pensamento meu não terminasse em apenas uma pessoa.
Diria provavelmente que em momentos como esse, é preciso segurar a alma, para que não saia voando pra onde se deseja estar.
E que a saudade é triste, mas cada momento de que me lembro a torna quase felicidade.
Diria, tambem, que não sei como ainda me seguro para não sair correndo em sua direção, como uma criança quando vê alguem querido.
Diria, finalmente que não paro de contar as horas pra que poss vê-lo novamente...
E agradeceria, por me devolver a vontade de escrever.
2 de nov. de 2009
Sensações
Aquela sensação da fumaça entrando pela boca, passando pelo pescoço e chegando aos pulmões.
A sensação de ardência por dentro, como se no fundo fosse tudo uma vontade de coçar.
O ar saindo, como algo que estava preso há um bom tempo dentro do corpo e não pudesse mais esperar pra sair.
Enfim, a leveza do ar,o riso fácil, a vida coloridamente feliz e engraçada, mesmo que observada de um quarto com paredes claras...
A sensação de que deveria haver algo mais...
Finalmente, a felicidade descomprometida de não se lembrar de nada com exatidão...
O descanso temporário da mente e o relaxamento dos músculos.
Finalmente, a liberdade \o/
A sensação de ardência por dentro, como se no fundo fosse tudo uma vontade de coçar.
O ar saindo, como algo que estava preso há um bom tempo dentro do corpo e não pudesse mais esperar pra sair.
Enfim, a leveza do ar,o riso fácil, a vida coloridamente feliz e engraçada, mesmo que observada de um quarto com paredes claras...
A sensação de que deveria haver algo mais...
Finalmente, a felicidade descomprometida de não se lembrar de nada com exatidão...
O descanso temporário da mente e o relaxamento dos músculos.
Finalmente, a liberdade \o/
5 de out. de 2009
Nada como dia após dia, uma noite, um mês... Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez
Ao sair do trabalho hoje chovia... Aquela chuva calma de tantos dias cinzas atrás...
"Os velhos olhos vermelhos voltaram
Dessa vez
Com o mundo nas costas
E a cidade nos pés
Pra que sofrer se nada é pra sempre?
Pra que correr, se nunca me vejo de frente"
Estava sem sombrinha, então fui correndo da porta do trabalho ao ponto de ônibus, que fica rasoavelmente perto...
Entrei no ônibus, e a chuva continuava a cair...
A avenida passava em borrões de todas as cores.
Dei-me ao luxo de deixar rolar as lágrimas que insistiam em sair, calmas, como a chuva que caía lá fora.
"Parei de pensar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
Uma noite, um mês
Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez"
Quando enfim pararam de correr, tudo era só silêncio dentro de mim...
Até a chuva que corria lá fora de repente não fazia mais barulho... eram só os pingos que caíam...
Voltei a olhar a cidade que passava pelo vidro embassado, os olhos vazios de sentimento e expressão.
"Os velhos olhos vermelhos enganam
Sem querer
Parecem claros, frios, distantes
Não têm nada a perder
Por que se preocupar por tão pouco?
Por que chorar, se amanhã tudo muda de novo?"
"Os velhos olhos vermelhos voltaram
Dessa vez
Com o mundo nas costas
E a cidade nos pés
Pra que sofrer se nada é pra sempre?
Pra que correr, se nunca me vejo de frente"
Estava sem sombrinha, então fui correndo da porta do trabalho ao ponto de ônibus, que fica rasoavelmente perto...
Entrei no ônibus, e a chuva continuava a cair...
A avenida passava em borrões de todas as cores.
Dei-me ao luxo de deixar rolar as lágrimas que insistiam em sair, calmas, como a chuva que caía lá fora.
"Parei de pensar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
Uma noite, um mês
Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez"
Quando enfim pararam de correr, tudo era só silêncio dentro de mim...
Até a chuva que corria lá fora de repente não fazia mais barulho... eram só os pingos que caíam...
Voltei a olhar a cidade que passava pelo vidro embassado, os olhos vazios de sentimento e expressão.
"Os velhos olhos vermelhos enganam
Sem querer
Parecem claros, frios, distantes
Não têm nada a perder
Por que se preocupar por tão pouco?
Por que chorar, se amanhã tudo muda de novo?"
13 de set. de 2009
Pra finalmente retirar a poeira...
Há tempos o anjo na minha cabeça voltou... Não sei ao certo quando nem porque, sei apenas que está aqui me observando... Me pergunto se seria o efeito do álcool sempre por perto nos últimos meses.
Pensei que o anjo tivesse ido embora pra sempre...mas ele continua aqui, me observando...e observando... e observando... Talvez um pouco mais silencioso que o de costume. Que seja... quem sabe agora não volto a escrever embalada pelas leves doses diárias de álcool.
Ouvindo Pitty acompanhada por algumas doses de martini...
Será que alguem ainda lê isso aqui?
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Deixa eu mimar você, adorar você, agora e só agora...
Pensei que o anjo tivesse ido embora pra sempre...mas ele continua aqui, me observando...e observando... e observando... Talvez um pouco mais silencioso que o de costume. Que seja... quem sabe agora não volto a escrever embalada pelas leves doses diárias de álcool.
Ouvindo Pitty acompanhada por algumas doses de martini...
Será que alguem ainda lê isso aqui?
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Deixa eu mimar você, adorar você, agora e só agora...
15 de jun. de 2009
Hah eu quero um iPod :D
Pessoas, o blog IMENSURÁVEL tá com uma promoção que vai dar um iPod Shuffle pra quem divulgar o blog em sua página ou blog... enfim, feita a divulgação :)~~
Pra quem quiser também, o iPod é meu, fikdik xD
Pra quem quiser também, o iPod é meu, fikdik xD
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